20170911 CamilaMoraes AtividadesLionVoluntariosSaoCamilo 001Os investimentos feitos na rede básica de saúde já apontam resultados positivos na vida dos moradores de Esteio. Conforme o Mapa Social, desenvolvido pelo Ministério Público do RS, o índice de mortalidade infantil caiu 14,62% em 2017, comparado ao mesmo período do ano anterior. O número de óbitos de menores de 1 ano por mil habitantes em 2016 era de 13,82%, e em 2017 ficou em 11,8%. A meta do município é atingir menos de 9,99%, conforme preconiza a Organização Mundial de Saúde. O levantamento também aponta melhorias em índices como educação e diminuição da criminalidade.

A redução da mortalidade infantil, conforme a Organização Mundial de Saúde (OMS), está diretamente ligada ao acesso a serviços públicos básicos de saúde de qualidade, bem como a melhorias na instrução das mulheres durante o pré-natal e após o nascimento do bebê. Orientações sobre amamentação, a importância da frequência nas consultas pediátricas e a manutenção da carteira de vacinação em dia são fatores predominantes.

“Durante todo o ano passado fizemos um esforço significativo na qualificação do atendimento e na ampliação do número de consultas realizadas nas unidades básicas de saúde. Foram mais de 90 mil consultas dispensadas para a população e, entre elas, especialidades como gineco-obstétrica e pediatria. Ainda há muito a ser conquistado e vamos continuar investindo naquilo que acreditamos, que é a melhoria da qualidade de vida das pessoas”, afirmou o prefeito Leonardo Pascoal.

O Secretário de Saúde, Gerson Cutruneo destacou a ação do município na melhoria dos índices em saúde e, consequentemente, da redução da mortalidade infantil. “É uma busca permanente de qualificação dos setores de saúde para que esses reflexos apareçam. Temos uma preocupação constante. Atuamos com busca ativa de gestantes, bem como as visitações periódicas através da Estratégia de Saúde da Família, além de toda a ampliação dos atendimentos nas UBS's. Todo o nosso trabalho é voltado para a melhoria da vida das pessoas e não vamos parar até atingirmos o índice preconizado pela OMS, que é de um dígito percentual”, explicou.

Texto: Cristiane Fanco